segunda-feira, 12 de maio de 2014

Nhá Chica








Ainda pequena Francisca de Paula de Jesus, que nasceu em Santo Antônio do Rio das Mortes, distrito de São João del-Rei (MG), chegou em Baependi (MG). Veio acompanhada por sua mãe e por seu irmão, Teotônio. Dentre os poucos pertences, trouxeram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição.
Em 1818, com apenas 10 anos de idade, a mãe de Nhá Chica faleceu deixando aos cuidados de Deus e da Virgem Maria as duas crianças, Francisca de Paula de Jesus, com 10 anos e seu irmão, com então 12 anos. Órfãos de mãe, sozinhos no mundo, Francisca de Paula e Teotônio, cresceram sob os cuidados e a proteção de Nossa Senhora, que pouco a pouco foi conquistando o coração de Nhá Chica. Esta, a chamava carinhosamente de "Minha Sinhá" que quer dizer: "Minha Senhora", e nada fazia sem primeiro consultá-la.
Nhá Chica soube administrar muito bem e fazer prosperar a herança espiritual que recebera da mãe. Nunca se casou. Rejeitou com liberdade todas as propostas de casamento que lhes apareceram. Foi toda do Senhor. Se dava bem com os pobres, ricos e com os mais necessitados. Atendia a todos os que a procuravam, sem discriminar ninguém e, para todos tinha uma palavra de conforto, um conselho ou uma promessa de oração. Ainda muito jovem, era procurada para dar conselhos, fazer orações e dar sugestões para pessoas que lidavam com negócio. Muitos, não tomavam decisões sem primeiro consultá-la, e para tantas pessoas, ela era considerada uma "santa", todavia em resposta para quem quis saber quem ela, realmente, era, respondeu com tranquilidade:"... É porque eu rezo com fé".
Sua fama de santidade foi se espalhando de tal modo que pessoas de muito longe começaram a visitar Baependi para conhecê-la, conversar com ela, falar-lhe de suas dores e necessidades e, sobretudo para pedir-lhe orações. A todos, atendia com a mesma paciência e dedicação, mas nas sextas feiras, não atendia a ninguém. Era o dia em que lavava as próprias roupas e se dedicava mais à oração e à penitência. Isso porque sexta-feira é o dia que se recorda a Paixão e a Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo para a salvação de todos nós. Às Três horas da tarde, intensificava suas orações e mantinha uma particular veneração à Virgem da Conceição, com a qual tratava familiarmente como a uma amiga.
Nhá Chica era analfabeta, pois não aprendeu a ler nem escrever, desejava somente ler as Escrituras Sagradas, mas alguém as lia para ela, e a fazia feliz. Compôs uma Novena à Nossa Senhora da Conceição e em Sua honra, construiu, ao lado de sua casa, uma Igrejinha, onde venerava uma pequena Imagem de Nossa Senhora da Conceição que era de sua mãe e, diante da qual, rezava piedosamente para todos aqueles que a ela se recomendavam. Essa Imagem, ainda hoje, se encontra na sala da casinha onde ela viveu, sobre o Altar da antiga Capela.
Em 1954, a Igreja de Nhá Chica foi confiada à Congregação das Irmãs Franciscanas do Senhor. Desde então teve início bem ao lado da Igreja, uma obra de assistência social para crianças necessitadas que vem sendo mantida por benfeitores devotos de Nhá Chica. Hoje a Associação Beneficente Nhá Chica (ABNC) acolhe mais de 150 crianças entre meninas e meninos.
A "Igrejinha de Nhá Chica", depois de ter passado por algumas reformas, é hoje o "Santuário Nossa Senhora da Conceição" que acolhe peregrinos de todo o Brasil e de diversas partes do mundo. Muitos fiéis que visitam o lugar, pedem graças e oram com fé. Tantos voltam para agradecer e registram suas graças recebidas. Atualmente, no "Registro de graças do Santuário", podem-se ler aproximadamente 20.000 graças alcançadas por intercessão de Nhá Chica.
Nhá Chica morreu no dia 14 de junho de 1895, estando com 87 anos de idade, mas foi sepultada somente no dia 18, no interior da Capela por ela construída. As pessoas que ali estiveram sentiram exalar-se de seu corpo um misterioso perfume de rosas durante os quatro dias de seu velório. Tal perfume foi novamente sentido no dia 18 de junho de 1998, 103 anos depois, por Autoridades Eclesiásticas e por membros do Tribunal Eclesiástico pela Causa de Beatificação de Nhá Chica e, também, pelos pedreiros, por ocasião da exumação do seu corpo. Os restos Mortais da Venerável se encontram hoje no mesmo lugar, no interior do Santuário Nossa Senhora da Conceição em Baependi, protegidos por uma Urna de acrílico colocada no interior de uma outra de granito, onde são venerados pelos fiéis.

Oração a Nhá Chica

Nhá Chica
Deus nosso Pai, vós revelais as riquezas do vosso Reino aos pobres e simples. Assim agraciastes a Bem-Aventurada Francisca de Paula de Jesus, Nhá Chica, com inúmeros dons: Fé profunda, Amor ao próximo e grande Sabedoria. Amou a Igreja e manteve uma terna devoção à Imaculada Conceição.
Por sua intercessão, concedei-nos a graça de que precisamos (pedir a graça). Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
(+ Dom Fr. Diamantino Prata de Carvalho, OFM. 
Bispo Diocesano de Campanha-MG)


sábado, 1 de fevereiro de 2014

O Pai Nosso e os Chacras (Parte 3) Chacra Laríngeo




"Venha a nós o vosso reino"
Na petição anterior pudemos ter uma pequena inspiração do que seja o “Reino de Deus”. Nesta segunda petição mística, pedimos que este “reino”, esta harmonia de todos e de tudo, venha a até nós.
O reino de Deus manifesta-se através do Verbo! “No inicio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1, 1).
O Verbo, o Logos, o Cristo, se manifestam pela palavra. Através da palavra é que podemos materializar a energia que vem de outros níveis.
Sabe-se hoje que o som é a energia vibratória que mais próximo se encontra da matéria. Com facilidade materializamos um som, fazendo vibrar a limalha de ferro em um placa, formando figuras.
O som e o Verbo manifestam-se através do Chacra Laríngeo, onde encontra-se nossa capacidade de expressão pela palavra.
O modo do Reino vir até nós é através do nosso Chacra Laríngeo. A conceituação expressa nesta terceira afirmativa movimenta o Chacra Laríngeo, pela passagem da energia divina por ele.
Na simbologia da Torre de Babel, podemos observar que a perda do reino (harmonia entre os homens), deu-se pela perda da possibilidade de expressão pelo homem. A perdição do homem foi pela perda da palavra, em consequência de sua presunção.
Notamos que, a cada descida da energia divina, fica-nos mais acessível o entendimento.

Pai Nosso e os Chacras (Parte 2) Chacra Frontal




Santificado seja o vosso nome.

Entender esta petição, temos que antes entender o que quer dizer “santificado”
Santificado – “Que seja considerado Santo”.
Santo envolve o conceito de perfeição e de universalidade
Nome – O nome não é como imaginamos, uma palavra que designa alguma coisa.
Nome é a vocalização ou a materialização de um ser ou objeto.
O Nome de Deus é impronunciável!
Segundo os judeus, esse Nome só era pronunciado em determinado dia, no âmago do Santuário do Templo, pelo Supremo Sacerdote. O nome é a excelência do ser ou do objeto.
O Nome de Deus é a essência de Deus – é o próprio Deus!
Nesta petição mística, pedimos que Deus seja aceito por tudo e por todos, como a perfeita harmonia universal (Santo). Como sendo “Aquele que É”!
Que Deus seja a harmonia total, e que tudo e todos sejam o seu reino!
Aqui está expresso o conceito maior da unidade. Tudo e todos são Um! Este conceito não pode ser percebido pelos nossos sentidos.
Com esta petição mobilizamos a energia pela passagem no Chacra Frontal. A energia transformada, neste ponto, já permite uma certa compreensão, que muito se aproxima de uma inspiração, e que pode ser percebida através da região frontal ou do “terceiro olho”.

Oração do Pai Nosso e os Chacras (Parte 1)





Para que esta energia de alta frequência possa ser percebida pela materialidade humana, tem que ser rebaixada — Como se faz com a energia elétrica de alta voltagem, que deve ser transformada (por um transformador) — para que possamos utilizá-la.

A oração do Pai Nosso é uma interessante sequência de afirmações e petições, que se inicia num nível vibratório de alta frequência, altamente mística, e vai decrescendo até frequências mais baixas, puramente éticas. 

A oração do Pai Nosso é como um caminho, porque passa a energia dentro de um transformador. O transformador, no caso, é o corpo, com seus diversos níveis de troca de energia. 

As trocas de energia no corpo fazem-se através de plexos nervosos, com ritmos vibratórios distintos, que se distribuem pelo corpo em locais denominados “chacras”. 

A energia divina é chamada, pela invocação de Deus. Entra pelo alto da cabeça, e vai sendo progressivamente transformada, a cada chacra que passa, até atingir o nível vibratório do chacra básico (genital), onde se encontra nossa materialidade. 

Traz, desta forma, Deus até nós! 
Vamos acompanhar, passo a passo, essa transmutação da energia divina, para que tenhamos uma compreensão da grandeza desta oração que Jesus nos deixou.
Chakra Coronário — Chamado da energia
Pai nosso que estás nos céus.
Esta primeira afirmação consiste na chamada da energia do Alto, na entrada desta energia pelo alto da cabeça, através do plexo coronário, que, segundo os orientais, tem mil pétalas e gira com incrível velocidade.
Pai!

A prece se inicia com a chamada: — Pai! Esta simples afirmação, identificando Deus como Pai, é de um extraordinário alcance. Ao chamarmos Deus de Pai, estamos nos identificando como Seus Filhos. Como Filhos, temos a potencialidade do Pai em nós. Nos identificamos com Deus em um nível energético extremamente elevado. 

Neste momento captamos a energia do alto! 
Nosso
Quando dizemos “Nosso”, entendemo-nos como Irmãos de todos os seres. O Pai é Nosso; não é só meu, porque somos todos Irmãos.
Esta conceituação amplia a anterior. A energia contida nesta afirmação – Pai Nosso! – é possível explicar, mas é impossível a um ser humano comum sentir esta afirmação com total percepção de amor. A emoção contida na total compreensão desta afirmação, seria de tal magnitude, que destruiria o sistema nervoso de um homem comum.
A grande mística, Santa Terezinha, não conseguia dizer a oração do Pai Nosso: quando iniciava a oração, perdia os sentidos. Santa Terezinha, nesse momento, tinha percepção e consciência desta energia de altíssima frequência. Frequência que o organismo humano não tem estrutura para suportar.
Que estais nos céus
Deus que está em toda parte, que impregna tudo, que É! Este é o conceito que Deus transmitiu a Moisés, quando este perguntou-lhe quem Ele era. A resposta foi:
- “Sou aquele que É!”

Nesta primeira afirmação da oração, temos a identificação de Deus, e a chamada do “Nome de Deus”. 

“Aquele que É”! Jafé! Jeová ! Iod-Hé-Vau-Hé! 

Nome que a boca humana não é capaz de pronunciar! 

Explicar tais conceitos é possível; senti-los, entretanto, é totalmente impossível ao ser humano normal. Como se pode ver por este início, o que está escrito nos evangelhos transcende em muito a aparente simplicidade das palavras. A grandeza do Evangelho não está na letra morta, mas no espirito de quem o lê. 

O Evangelho é vivo!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Oração pela Paz Mundial

Há uma Paz, um Poder, uma Presença que penetra e permeia todo o universo.
É a força do bem. É a fonte de toda a existência.
Está viva em todas as coisas.
É uma energia disponível a toda humanidade e está presente agora neste exato momento.
Percebo agora que sou um pilar da Paz.
Eu sei que sou um com este Poder. Esta gloriosa presença é o próprio fundamento do meu ser.
Essa Energia Cósmica flui através de mim e me liga a toda a humanidade.
Eu escolho agora a utilizar o grande poder da minha mente
para criar um mundo digno de todos nós.
Eu guio meus pensamentos para a Paz, Amor e Cooperação 
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e eu posso ver TODOS OS POVOS DO MUNDO UNIDOS  em uma alegre CELEBRAÇÃO DA VIDA!
Esta energia que eu libero transforma este momento e toda a eternidade.
Gerações vindouras serão abençoadas com um mundo fundado na paz.
Porque eu sei agora que a paz começa comigo e é o legado legítimo da Humanidade.
Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.
A paz está aqui e agora!
A paz está aqui para sempre!
Dou graças por este momento sagrado de paz.
Dou graças a uma eternidade de paz.
Agradeço à minha família global que vive em paz.
Dou graças aos laços de amor que nos unem
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e nos dão força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.
Um mundo pacífico.
Um mundo amoroso.
Um mundo cheio Infinitas Possibilidades.
Eu sou um com toda a existência.
Eu sou um com a fonte da própria vida.
Eu sou um com a presença de paz e partilho essas bênçãos com todo o mundo.
Eu sei que
minhas palavras estão cheias de Verdade e Poder
e eu as libero para a Lei Universal da Vida.
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Sei que assim como eu disse, assim será.
E assim é.
PAZ. PAZ, PAZ!
Amém.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O Natal em nós...



Eis que vos trago uma boa nova de grande alegria: na cidade de David acaba de vos nascer, hoje, o Salvador, que é Cristo, Senhor... 
Glória a Deus nas alturas, paz na Terra aos homens de boa vontade. 
Assim foi anunciado, aos pastores de Belém, por um mensageiro celeste, o grande acontecimento.
Nas palavras vos nascer está toda a importância do Natal. Jesus nasceu para cada um em particular. 
Não se trata de um fato histórico, de caráter geral. É um acontecimento que, particularmente, diz respeito a cada um. 
Realmente, a obra do Nazareno só tem eficácia quando individualizada. 
A redenção, que é obra de educação, tem de partir da parte para o todo. Do indivíduo para a coletividade. 
Enquanto esperamos que o ambiente se modifique não haverá mudanças. Cada um de nós deve realizar a sua modificação. 
Depende somente de nós. 
O Natal, desta forma, é aquele que se concretizará em nós, com a nossa vontade e colaboração. 
O estábulo e a manjedoura da cidade de David não devem servir somente para composições poéticas ou literárias. 
Devemos entendê-los como símbolos de virtudes, sem as quais nada conseguiremos, no que diz respeito ao nosso aperfeiçoamento. 
O Espírito encarnado na Terra não progride ao acaso, mas sim pelo influxo das energias próprias, orientadas por Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida. 
Assim, toda a magia do Natal está em cada um receber e concentrar em si esse advento. 
Jesus é uma realidade. Ele é a Verdade, a Justiça e o Amor. 
Onde estes elementos estiverem presentes, Ele aí estará. 
Jesus não é o fundador de nenhum credo ou seita. Ele é o revelador da Lei eterna, o expoente máximo da Verdade, da Vontade de Deus. 
Jesus é a luz do mundo. Assim como o sol não ilumina somente um hemisfério, mas sim toda a Terra, assim o Divino Pastor apascenta com igual carinho todas as ovelhas do Seu redil. 
O Espírito do Cristo vela sobre as Índias, a China e o Japão, como sobre a Europa e a América. 
Não importa que O desconheçam quanto à denominação. Ele inspira aos homens a revelação Divina, o Evangelho do amor.
Aqui Lhe dão um nome, ali um outro título.
O que importa é que Ele é o mediador de Deus para os homens, e intérprete da Sua Lei.
Onde reside o Espírito do Cristo, aí há liberdade. Jesus jamais obrigou ninguém a crer desta ou daquela forma.
Sábio educador, sabia falar ao íntimo da criatura, despertar as energias latentes que ali dormiam. 
Esta a Sua obra: de educação. Porque educar é pôr em ação, é agitar os poderes anímicos, dirigindo-os ao bem e ao belo, ao justo e ao verdadeiro.
Este é o ideal de perfeição pelo qual anseia a alma prisioneira da carne.
Jesus nasceu há mais de vinte séculos... 
Mas o Seu natalício, como tudo o que Dele provém, reveste-se de perpetuidade. 
O Natal do Divino Enviado é um fato que se repete todos os dias. Foi de ontem, é de hoje, será de amanhã e de sempre. 
Os que ainda não sentiram em seu interior a influência do Espírito do Cristo, ignoram que Ele nasceu. 
Só se sabe das coisas de Jesus por experiência própria. Só após Ele haver nascido na palha humilde do nosso coração é que chegamos a entendê-Lo, assimilando em Espírito e Verdade os Seus ensinos.
*   *   * 
Neste Natal lhe desejamos muita paz. Em nome do Celeste menino, o abraçamos irmão, amigo. 
Jesus lhe abençoe a vida e lhe confira redobradas oportunidades de servir no bem. 
Que Sua mensagem de amor lhe penetre a alma em profundidade e que juntos possamos, em nome Dele, espalhar sementes de bondade, pela terra árida e sofrida dos que não creem, porque ainda não O conhecem. 
Feliz Natal!



(Portal dos Anjos)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sorte

“É uma indagação constante de todos sobre o que é sorte. De onde ela vem? Podemos procurá-la? Estamos predestinados a ela? Quantas perguntas, respostas evasivas!

Ao conduzirmos nossa vida, através da inteligência com que fomos dotados, tornamos nossos caminhos mais fáceis de se percorrer. Resguardamo-nos de problemas futuros na medida em que conduzimos nossas vidas com seriedade, procurando não nos deixarmos envolver por apelos materiais que possam nos levar a consequências desastrosas. É muito comum atribuirmos à má sorte situações por nós mesmos criadas.

O que existe realmente é a receptividade de nossas mentes para captar energias. É necessário estarmos atentos para evitarmos situações difíceis de serem enfrentadas.

A sorte existe. É quando a lucidez de seus pensamentos percebe a grandiosidade de tudo o que os rodeia. Sorte por ver a luz. Sorte por perceber o amor em seus semelhantes. Sorte por ter essa fé que não os deixa fraquejar.

Quanta sorte por estarem reunidos com tanta certeza de que serão atendidos!

Quanta felicidade por poderem ajudar e se sentirem úteis!

As orações abrem seus espíritos para receberem toda a energia curadora emanada pelos mestres. Que milagre é a vida!

Quanta sorte por poderem aqui estar e poderem resgatar situações vividas em outras vidas. Essa oportunidade lhes foi concedida e devem aproveitá-la.

A alegria de poderem contemplar a natureza, senti-la dentro de si, de possuírem a capacidade de mudarem situações, de terem o livre arbítrio e escolherem seus caminhos, de perceberem toda essa luz. Isso é sorte.

São Francisco de Assis procurou tornar a vida de seus semelhantes mais amena e, por sorte, séculos se passaram e suas mensagens são ouvidas e seguidas.

Devemos agredecer ao Nosso Pai por tudo de belo que Ele nos oferece, pela beleza que é o nosso pensamento, que decide qual o comportamento a ser adotado, submissão ao sofrimento ou reação a ele, enfrentando-o de frente. Compete a cada um a decisão a ser tomada. A paz é necessária. A alegria, indispensável.

Fiquem na paz de Nossa Mãe Maria, de Francisco de Assis e de nosso boníssimo Jesus que nos ensinou a fórmula do amor através de suas mensagens.”

Mensagem psicografada de Francisco Cipriano e Irmã Germana, 
por Cely Durão, no livro Auto-Ajuda x Alto-Ajuda.





Meu Deus, obrigada por tudo!
Mais, por favor!